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Nos próximos quatro anos o número de dispositivos Wi-Fi vendidos deve alcançar dois bilhões, diz a consultoria In-Stat em pesquisa publicada nesta quinta-feira. Em 2009, 500 milhões de aparelhos com a tecnologia foram vendidos.

O crescimento se deverá à adoção da tecnologia por uma variedade maior de aparelhos, como leitores Blu-ray, televisores, linha branca (geladeiras, fornos de microondas) e porta-retratos digitais. A expectativa é de que pelo menos metade destes porta-retratos venham com Wi-Fi embutido em 2014, o que somaria 15 milhões à conta dos dispositivos wireless.

O número, porém, parece pequeno perto da projeção de celulares que sairão de fábrica com a tecnologia: 750 milhões de aparelhos só no ano de 2013. Já os leitores de e-books passarão por uma mudança drástica: os aparelhos com acesso a redes sem fio passarão de 3% do total de vendidos para quase 90%.

Além do aumento da penetração da tecnologia como um todo, ela também será atualizada. O padrão 802.11n deve ganhar força nos próximos anos, em detrimento do 802.11g, versão anterior e que é a mais popular hoje em dia.
A consultoria afirma que o padrão mais novo, que permite uma velocidade mais alta e opera em condições mais adversas, estava tendo uma adoção lenta por causa de dificuldades técnicas que já foram superadas.

Fonte: Terra Tecnologia

A Anatel está propondo mudanças na oferta de acesso à internet pelas operadoras móveis e deve fazer uma nova varredura nas redes das empresas para avaliar se elas têm condições de oferecer o que prometem aos consumidores. Essa análise faz parte das metas de aproximar as velocidades de acesso vendidas e efetivamente atingidas nas conexões 3G.
“A fiscalização vai verificar se as redes comportam o que as operadoras estão oferecendo aos clientes, ou seja, se são efetivamente capazes de entregar as velocidades vendidas”, explica a conselheira Emília Ribeiro, relatora da proposta de revisão do Plano Geral de Metas de Qualidade do Serviço Móvel Pessoal.
O norte é garantir que as empresas sejam capazes de atender as previsões contidas na proposta, de gradativamente ampliar as velocidades médias das conexões móveis. Atualmente, é prática no setor que as operadoras se comprometam a entregar somente 10% da velocidade contratada.
Esse panorama deve mudar a partir do próximo ano. O novo PGMQ do SMP vai entrar em consulta pública e terá validade 180 dias a partir de sua aprovação. Nele, a agência amplia para 30% a velocidade garantida num primeiro estágio. Em seguida, as operadoras devem sustentar que pelo menos 50% da velocidade seja efetivamente alcançada.
O novo PGMQ das móveis estabelece um indicador de Garantia da Velocidade Contratada entre os medidores de qualidade do serviço. Pelo que está proposto, as prestadoras devem garantir uma velocidade de conexão à banda larga, tanto no download quanto no upload, de, no mínimo:
1) 30% do valor máximo previsto no contrato a partir da entrada em vigor do regulamento – ou seja, 180 dias após sua aprovação;
2) 50% do valor máximo previsto um ano após a vigência da nova redação.
Esses percentuais valerão para os horários de maior uso. Nos demais horários, os percentuais são maiores – 50% a partir da vigência do novo regulamento e 70% seis meses depois.
A preocupação especial com o acesso à banda larga móvel é natural devido ao crescimento do serviço, que, segundo informações das empresas, já superou as conexões fixas como principal meio de acesso à internet. Além disso, a agência se baseia em indicadores que mostram que os principais motivadores de reclamação quanto à banda larga móvel são a falta de conexão (49%), a velocidade (33%) e a queda na conexão (9%).
Para que os consumidores possam verificar como as disposições do novo regulamento estão sendo atendidas, o texto prevê a oferta de medidores de conexão. “Cabe a prestadora prover ferramentas para o consumidor e para a Anatel avaliarem a velocidade instantânea e média de sua conexão, garantindo o cumprimento desta meta”, diz o texto.
A agência, no entanto, parece disposta a não ficar refém das informações repassadas pelas operadoras e pretende criar, em até dois anos, um “sistema de coleta centralizado na Anatel, através de uma rede digital integrada de dados que permita o acesso
às redes de todas as prestadoras de serviço do SMP”. Ou seja, quer garantir o acesso remoto aos dados.

A Anatel está propondo mudanças na oferta de acesso à internet pelas operadoras móveis e deve fazer uma nova varredura nas redes das empresas para avaliar se elas têm condições de oferecer o que prometem aos consumidores. Essa análise faz parte das metas de aproximar as velocidades de acesso vendidas e efetivamente atingidas nas conexões 3G.

“A fiscalização vai verificar se as redes comportam o que as operadoras estão oferecendo aos clientes, ou seja, se são efetivamente capazes de entregar as velocidades vendidas”, explica a conselheira Emília Ribeiro, relatora da proposta de revisão do Plano Geral de Metas de Qualidade do Serviço Móvel Pessoal.

O norte é garantir que as empresas sejam capazes de atender as previsões contidas na proposta, de gradativamente ampliar as velocidades médias das conexões móveis. Atualmente, é prática no setor que as operadoras se comprometam a entregar somente 10% da velocidade contratada.

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O grande sucesso da dupla iPad e iPhone 4 deverá fazer com que a Apple se torne a maior compradora mundial de processadores até 2012.
De acordo com dados da empresa de pesquisa iSuppli (aquela mesma que costuma dissecar produtos para saber seu preço de produção) já em 2011 a empresa da maçã deverá ultrapassar a Samsung e se tornar a segunda maior consumidora de chips do mundo, e em 2012 tomar o posto da atual líder HP.
Projeções mostram que no ano que vem a empresa de Steve Jobs deverá gastar US$ 16,2 bilhões em semicondutores, ultrapassando os US$ 13,9 bilhões da empresa coreana e encostando nos US$ 17,1 bilhões da gigante dos computadores.
“A liderança na compra de semicondutores é uma posição de prestígio”, afirma Min-Sun Moon, analista da iSuppli. “Uma das maiores vantagens desta posição é ter maiores orçamentos de pesquisa e desenvolvimento para o lançamento de novos produtos”, diz.  O especialista ainda ressalta que “o sucesso do iPad e iPhone 4 pode ser explicado pela capacidade da empresa em mexer com a imaginação dos consumidores”, e que “sem dúvida o investimento da empresa em seu desenvolvimento já foi pago à essa altura”.

O grande sucesso da dupla iPad e iPhone 4 deverá fazer com que a Apple se torne a maior compradora mundial de processadores até 2012.

De acordo com dados da empresa de pesquisa iSuppli (aquela mesma que costuma dissecar produtos para saber seu preço de produção) já em 2011 a empresa da maçã deverá ultrapassar a Samsung e se tornar a segunda maior consumidora de chips do mundo, e em 2012 tomar o posto da atual líder HP.

Projeções mostram que no ano que vem a empresa de Steve Jobs deverá gastar US$ 16,2 bilhões em semicondutores, ultrapassando os US$ 13,9 bilhões da empresa coreana e encostando nos US$ 17,1 bilhões da gigante dos computadores.

“A liderança na compra de semicondutores é uma posição de prestígio”, afirma Min-Sun Moon, analista da iSuppli. “Uma das maiores vantagens desta posição é ter maiores orçamentos de pesquisa e desenvolvimento para o lançamento de novos produtos”, diz.  O especialista ainda ressalta que “o sucesso do iPad e iPhone 4 pode ser explicado pela capacidade da empresa em mexer com a imaginação dos consumidores”, e que “sem dúvida o investimento da empresa em seu desenvolvimento já foi pago à essa altura”.

Fonte: Tecnoblog

usb

Pensando na presença cada vez maior de cabos em gadgets e apetrechos semelhantes o designer e engenheiro Gonglue Jiang criou o USB ”infinito”, sua função é conectar inúmeros USBs em uma única entrada. Outra vantagem da invenção segundo seu criador é que pelo fato de possuir várias cores  evita que usuário se confunda.

Fonte


Isso é resultado de um trabalho de Seo (marketing para buscadores) da V8Web!

Está ai uma ótima notícia para todos aqueles que frequentam nossos aeroportos! A Infraero anunciou que irá oferecer conexão wifi gratuita nos aeroportos de Guarulhos (SP), Galeão (RJ), Brasília (DF),  Santos Dumont (RJ), Confins (MG), Salvador (BA),Congonhas (SP), Porto Alegre (RS),  Recife (PE), Manaus (AM), Curitiba (PR) e Belém (PA) a partir de dezembro deste ano.

Existe uma possibilidade de termos uma cobertura falha e uma banda bem estreita, por outro lado espero que a Vex resolva cobrar preços razoáveis em vista da forte concorrência de um produto gratuito. Sinceramente, para checar dois ou três emails na espera do embarque eu não ligaria para uma velocidade um pouco mais baixa, desde que fosse totalmente free.

O Celular totalmente integrado aos serviços do Google já começa a mostrar que veio para fazer a diferença. Ontem estava assistindo a um programa de televisão quando me deparei com um americano com traços japoneses, apresentando a mais polêmica ferramenta do google, um telefone celular. Este mesmo falava que “Este é só mais uma plataforma para que as pessoas cliquem em nossos anúncios, nosso objetivo não é ter a melhor platafora”.

 

Tanto a HTC quanto a T-Mobile acreditavam vender cerca de 700 mil G1 até o final do ano. O número parece bem impressionante. Mas, para surpresa geral, já foram encomendadas 1,5 milhão de unidades.

Vejamos: quase um milhão e meio de pessoas se comprometeram a pagar por algo que… nunca viram! E que não tem Bluetooth! Tempos modernos…

Como 1,5 milhão de celulares não são fabricados da noite para o dia e a venda direta em lojas, prevista para o dia 22 próximo, não foi computada, é bem possível (eu diria provável) que faltem G1s no mercado (aguardem, no eBay mais próximo, promoções: aparelhos por US$ 1.999,00. Preço original: US$ 179,00, com  plano de fidelidade por dois anos).

A Intel comprou a OpenHand, desenvolvedora de soluções móveis baseadas em GNU/Linux®. A empresa é velha conhecida dos desenvolvedores do kernel, empregando alguns deles, além de contribuir para o desenvolvimento do Gnome.

A OpenedHands vai se focar, obviamente, no desenvolvimento para Atom, atual estrela da Intel. Mais especificamente, na plataforma Moblin. A Intel sabe que, para se destacar no mercado “mobile” ou embarcado, precisa entrar em contato com a comunidade do pinguim. O objetivo parece ser ganhar a confiança da comunidade linux.

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