Arquivo para a ‘ comunicação ’ Categoria

Cloud computing ou computação nas nuvens é uma idéia que vem se fortalecendo desde 2008 onde parte do principio de que ferramentas e arquivos antes instalados em nossos computadores poderiam ser salvos e executados via internet fazendo com que o arquivo não ficassem mais armazenados em um HD mas em uma rede de servidores (dai a expressão computação nas nuvens). Empresas como Google, IBM e Yahoo já vem a computação nas nuvens como o grande avanço da década dentro da informática. Leia o artigo completo e entenda melhor sobre o futuro da computação mundial.

Endendendo melhor

Armazenar e instalar programas, games, e fotos é uma ação comum para qualquer pessoa que tem um computador, todos esses arquivos ficam armazenados no HD, o problema é que acidentes e falhas do hardware ou do usuário podem fazer com que todo os dados armazenados ali se percam. No caso da Cloud Computing esses arquivos ficariam salvos em servidores, servidores esses que contém redundância (uma espécie de duplicação: backup) dessa forma seria quase impossível que seus arquivos se perdecem. [Mais]

O Google anunciou oficialmente nesta quarta-feira (4) o fim do desenvolvimento da plataforma de comunicação Google Wave. O sistema, anunciado há um ano como o serviço que iria substituir o e-mail no futuro, deve sair do ar até o final do ano, de acordo com uma nota publicada no blog oficial da empresa.

Na mensagem, o Google diz ter colhido “vitórias” com o projeto, principalmente por conta da ajuda de desenvolvedores independentes. “Mas apesar destas vitórias, e muitos fãs leais, o Wave não viu a aprovação do usuário que teria gostado. Nós não pretendemos continuar a desenvolver o Wave como um produto autônomo, mas vamos manter o site pelo menos até o final do ano e estender a tecnologia para uso em projetos do Google.”

Uma das principais críticas dos usuários era a dificuldade de uso e os constantes bugs que impediam que, muitas vezes, os “waves”, como se chamavam os tópicos de discussão no serviço, fossem atualizados simultaneamente para todos os participantes. Alguns navegadores “engasgavam” na hora de carregar o site, principalmente nos primeiros meses de uso. Os conceitos de “waves” públicas e privadas também eram de difícil compreensão.

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Assim que estiverem prontos, os tablets (computadores estilo prancheta) da Microsoft começarão a ser vendidos, disse o presidente da gigante de softwares – que também dá seus tiros no campo dos gadgets – Steve Ballmer.

– É uma tarefa de prioridade um. Ninguém está dormindo no ponto – declarou Ballmer numa conversa com analistas financeiros.

Segundo o site Cnet, Ballmer declarou que a intenção não é apenas marcar presença no mercado com um novo produto, mas a ideia é oferecer um aparelho que as pessoas queiram comprar. Para o CEO da MS, o mercado de tablets é hoje similar ao de netbooks há uns dois a três anos: uma plataforma chegou com tudo, praticamente fechando o espaço.

Na aurora dos tablets, a plataforma seria o Linux e a solução da Microsoft foi enfiar o Windows XP nos netbooks com telas de sete a 10 polegadas.

Agora, a coisa muda de figura. A Apple é mais agressiva no mercado que qualquer distribuição Linux – na verdade, o Linux em netbooks foi estratégia, não diferencial (me desculpem os usuários de Linux por dizer isso, mas é verdade). No início, sem interfaces totalmente customizadas – o Xandros, do Asus Eee PC 701, por exemplo, só vinha com ícones grandes, nenhum outro recurso que facilitasse o uso – embarcar Linux era uma garantia de preço mais competitivo, ponto final.

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Relatório do Ibope Nielsen também revela que o interesse pelos sites de esportes cresceu 21% em junho, em relação ao mês anterior.

O número de internautas no Brasil cresceu 20% entre junho de 2009 e junho deste ano, chegando a quase 40 milhões de usuários ativos em casa e no trabalho. Os números foram divulgados na tarde desta quinta (29/07) pelo Ibope Nielsen.

O destaque do relatório, referente ao mês de junho, foi o crescimento do interesse por sites esportivos – turbinado, obviamente, pela Copa do Mundo. No total, 59% dos internautas ativos no país, ou 23,5 milhões, visitaram páginas sobre o tema – evolução de 21% em relação ao mês anterior e de 54% na comparação com junho de 2009.

Em uma lista de 10 países em que a medição é feita, o Brasil foi o que demonstrou maior interesse pelos esportes no mês da Copa. Em segundo, veio a França, onde 51% dos internautas acessaram sites esportivos, seguido de Reino Unido (48%), Espanha (45%) e EUA, com 42%.

Já o tempo de acesso por pessoa caiu. Considerando-se aplicativos (e-mail e Messenger, por exemplo), o internauta brasileiro passou 64h55 min online em junho, queda de 6% em relação a maio. Excetuando-se o aplicativos, foram 43h31 min (-7%).

Fonte: IDG NOW!

De acordo com um estudo da agência digital 360i, as grandes marcas não têm a divulgação que esperavam no Twitter.

O estudo avaliou a relevância das marcas no microblog nos primeiros seis meses do ano e chegou á conclusão que apenas 12% do total de tweets fazem menção a alguma delas. Além disso, a pesquisa revelou que 90% das mensagens do microblog são enviadas por pessoas e apenas 10% vêm das empresas.

Chamado de “Twitter & the Consumer – Marketer Dynamic“, o levantamento também revelou que apenas 1% das mensagens que mencionam marcas fazem parte de alguma conversa em curso.

Entre as marcas que são mais citadas no microblog estão o próprio Twitter, Apple, Google, YouTube, Microsoft, Blackberry, Amazon, Facebook, Snuggie, eBay e Starbucks.

A boa notícia para as empresas é que quando alguém fala sobre elas no Twitter, normalmente não é para reclamar. Apenas 7% dos tweets mencionando marcas retrataram reclamações. 11% dos comentários foram positivos e 82%, neutros.

A 360i avaliou uma amostra de 1.800 tweets para conduzir a pesquisa.

Com informações de Advertising Age

Fonte: iMasters

Bastou o Facebook anunciar a marca de 500 milhões de usuários registrados para que as comparações entre redes sociais e países ficassem mais interessantes. O site da revista “The Economist” reuniu dados oficiais de diversas fontes e fez o resumo da história (imagem acima), transformando redes sociais em países e criando um ranking das maiores “populações”.
Na lista, o Facebook é o terceiro “país” mais populoso, com os tais 500 milhões de usuários, mas ainda atrás de Índia (1,21 bilhão) e China (1,35 bilhão). MySpace ocupa o quinto lugar, com 300 milhões de usuários, logo atrás dos Estados Unidos (310 milhões). Na lanterna, em oitavo lugar, o Twitter aparece com 124 milhões, atrás de Brasil (195 milhões) e Indonésia (232 milhões).
Com seus usuários somados, essas redes sociais ainda ficariam em terceiro lugar, com 924 milhões de pessoas. Se a tendência de crescimento nessas redes se confirmar, elas podem até virar o jogo nessa lista – mas vão continuar sem disputar Copa do Mundo ou discutir política no Conselho de Segurança da ONU.

Bastou o Facebook anunciar a marca de 500 milhões de usuários registrados para que as comparações entre redes sociais e países ficassem mais interessantes. O site da revista “The Economist” reuniu dados oficiais de diversas fontes e fez o resumo da história (imagem acima), transformando redes sociais em países e criando um ranking das maiores “populações”.

Na lista, o Facebook é o terceiro “país” mais populoso, com os tais 500 milhões de usuários, mas ainda atrás de Índia (1,21 bilhão) e China (1,35 bilhão). MySpace ocupa o quinto lugar, com 300 milhões de usuários, logo atrás dos Estados Unidos (310 milhões). Na lanterna, em oitavo lugar, o Twitter aparece com 124 milhões, atrás de Brasil (195 milhões) e Indonésia (232 milhões).

Com seus usuários somados, essas redes sociais ainda ficariam em terceiro lugar, com 924 milhões de pessoas. Se a tendência de crescimento nessas redes se confirmar, elas podem até virar o jogo nessa lista – mas vão continuar sem disputar Copa do Mundo ou discutir política no Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: GIGA BLOG

A Anatel está propondo mudanças na oferta de acesso à internet pelas operadoras móveis e deve fazer uma nova varredura nas redes das empresas para avaliar se elas têm condições de oferecer o que prometem aos consumidores. Essa análise faz parte das metas de aproximar as velocidades de acesso vendidas e efetivamente atingidas nas conexões 3G.
“A fiscalização vai verificar se as redes comportam o que as operadoras estão oferecendo aos clientes, ou seja, se são efetivamente capazes de entregar as velocidades vendidas”, explica a conselheira Emília Ribeiro, relatora da proposta de revisão do Plano Geral de Metas de Qualidade do Serviço Móvel Pessoal.
O norte é garantir que as empresas sejam capazes de atender as previsões contidas na proposta, de gradativamente ampliar as velocidades médias das conexões móveis. Atualmente, é prática no setor que as operadoras se comprometam a entregar somente 10% da velocidade contratada.
Esse panorama deve mudar a partir do próximo ano. O novo PGMQ do SMP vai entrar em consulta pública e terá validade 180 dias a partir de sua aprovação. Nele, a agência amplia para 30% a velocidade garantida num primeiro estágio. Em seguida, as operadoras devem sustentar que pelo menos 50% da velocidade seja efetivamente alcançada.
O novo PGMQ das móveis estabelece um indicador de Garantia da Velocidade Contratada entre os medidores de qualidade do serviço. Pelo que está proposto, as prestadoras devem garantir uma velocidade de conexão à banda larga, tanto no download quanto no upload, de, no mínimo:
1) 30% do valor máximo previsto no contrato a partir da entrada em vigor do regulamento – ou seja, 180 dias após sua aprovação;
2) 50% do valor máximo previsto um ano após a vigência da nova redação.
Esses percentuais valerão para os horários de maior uso. Nos demais horários, os percentuais são maiores – 50% a partir da vigência do novo regulamento e 70% seis meses depois.
A preocupação especial com o acesso à banda larga móvel é natural devido ao crescimento do serviço, que, segundo informações das empresas, já superou as conexões fixas como principal meio de acesso à internet. Além disso, a agência se baseia em indicadores que mostram que os principais motivadores de reclamação quanto à banda larga móvel são a falta de conexão (49%), a velocidade (33%) e a queda na conexão (9%).
Para que os consumidores possam verificar como as disposições do novo regulamento estão sendo atendidas, o texto prevê a oferta de medidores de conexão. “Cabe a prestadora prover ferramentas para o consumidor e para a Anatel avaliarem a velocidade instantânea e média de sua conexão, garantindo o cumprimento desta meta”, diz o texto.
A agência, no entanto, parece disposta a não ficar refém das informações repassadas pelas operadoras e pretende criar, em até dois anos, um “sistema de coleta centralizado na Anatel, através de uma rede digital integrada de dados que permita o acesso
às redes de todas as prestadoras de serviço do SMP”. Ou seja, quer garantir o acesso remoto aos dados.

A Anatel está propondo mudanças na oferta de acesso à internet pelas operadoras móveis e deve fazer uma nova varredura nas redes das empresas para avaliar se elas têm condições de oferecer o que prometem aos consumidores. Essa análise faz parte das metas de aproximar as velocidades de acesso vendidas e efetivamente atingidas nas conexões 3G.

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O Facebook alcançou o sucesso perguntando “quem é você?” Veio o Twitter, que explodiu em 2009 com outra questão: “o que está acontecendo?” A pergunta da vez, ao que parece, é “onde você está?” E a resposta traz fama e fortuna ao novo “queridinho” do Vale do Silício, o vale da Califórnia que concentra as sedes das mais inovadoras empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Conheça Dennis Crowley, criador e dono do Foursquare.

Seu serviço – uma rede social no qual os participantes informam sua localização – já foi saudado como uma ajuda aos ladrões. Com as informações coletadas no Foursquare, o site Please Rob Me (Por favor, me roube) faz uma brincadeira com a tendência ao excesso de compartilhamento de informações na internet. Mas o perigo – real – de que o Foursquare realmente ajude criminosos não o impediu de atrair dois milhões de usuários, metade deles apenas desde fevereiro. Apenas dezesseis meses após o lançamento, o serviço já vale US$ 95 milhões.

Por trás do projeto está Crowley, 33 anos, saudado como “o novo rei das mídias sociais” pela edição de julho da revista Wired. Ex-instrutor de snowboard, ex-professor da Universidade de Nova York e ex-empregado do Google e da MTV, passou todo o ano de 2008 desempregado até criar o Foursquare.

A idéia não era estranha para ele. Crowley é um dos criadores do Dodgeball, serviço de localização de amigos para telefones celulares comprado pelo Google em 2005 e que foi a inspiração para seu maior sucesso. Hoje, ainda na ativa, o Dodgeball tem um milhão de usuários – metade dos números do Foursquare.

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O Facebook deve anunciar esta semana a marca de 500 milhões de usuários. Para comemorar, o site de Mark Zuckerberg vai apresentar o “Facebook Stories”, uma apresentação sobre como a rede social interage com a vida das pessoas.

Ao blog All Things Digital’s BoomTown, a diretora de marketing do site, Randi Zuckerberg, disse que “os anúncios anteriores foram sobre números, este vai focar nos usuários”.

Em outubro, estreia nos Estados Unidos o filme “The Social Network”, que vai mostrar os bastidores do site apresentado por Zuckerberg, então um estudante de Harvard, em 2004.

O longa tem direção de David Fincher, de “Clube da Luta”, “Zodiac” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”. O filme tem Jesse Eisenberg no papel de Mark Zuckerberg, o fundador da rede social; o cantor e ator Justin Timberlake como Sean Parker, o co-fundador do Napster; e Andrew Garfield interpretando o brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador do Facebook.

O Facebook atingiu 400 milhões de usuários em fevereiro deste ano, ao comemorar seis anos no ar. Um ano antes, o site contava com 200 milhões de usuários. Internamente, Mark Zuckerberg já fala em atingir um bilhão de usuários (quase um sexto de toda a população mundial), mas não estabelece prazos para a meta.

Fonte: Info Online

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