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O jornal britânico Financial Times informa nesta segunda-feira que o Google está negociando com estúdios de cinema a possibilidade de alugar vídeos pelo YouTube. A novidade deve estar ativa até o final do ano – diz o jornal – primeiramente nos Estados Unidos.

Conforme o artigo, os filmes estariam disponíveis, ao mesmo tempo em que são lançados em DVD, na loja iTunes, da Apple, e na Amazon.com.

O jornal afirmou ainda que as negociações estão em curso há meses, mas se tornaram mais urgentes nas últimas semanas, já que a Apple deve anunciar esta semana novos desdobramentos em seus serviços de TV.

Fonte: Infosfera

Outubro de 2010 deve marcar o lançamento da Chrome Web Store. A loja de aplicativos da Google deve ter foco na distribuição de aplicativos pagos e gratuitos para serem utilizados diretamente no navegador. A informação é do site 1Up.com.

O foco principal da loja será a comercialização de jogos online. O anúncio foi feito por Mark DeLoura e Michael Mahemoff, ambos da Google, durante a Game Developer Conference que está sendo realizada na Alemanha.

O negócio é comprar via web:

Apostando em uma tendência surgida com lojas como Apple Store e que hoje já conta com dezenas de concorrentes similares, a Google quer fazer valer a ideia de ter o navegador como o principal elemento do computador. Durante o mês de agosto a empresa anunciou a compra de produtoras de games e desenvolvedoras de sistema de comercialização pela web.

O GoogleMe deve integrar não apenas novidades em games, mas também redes sociais e serviços básicos já consagrados como o Google Docs e Gmail. A Chrome Web Store servirá como um espaço importante também para desenvolvedores independentes que poderão expor as suas criações e, se for o caso, comercializá-las ao grande público.

A Chrome Web Store foi apresentada pela primeira vez na I/O 2010. Ainda não existe estimativa dos preços dos softwares que devem aparecer nas “estantes” da App Store da Google, mas a tendência é que eles sigam os valores aplicados pelos serviços concorrentes.

Fonte: Por Wikerson Landim em Baixaki

Pesquisa é feita pelo CGI.br e analisa a rede formada pelos sites de acesso público identificados pelos domínios “.br”, “.com.br”, “.org.br”, “.net.br” e “gov.br

O Brasil é o primeiro país do mundo a realizar um Censo na Internet nacional. O responsável pelo projeto – que leva o nome de Censo na Web.br – será o Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), que prevê a realização de estudos sobre a rede formada pelos sites de acesso público identificados pelos domínios “.br”, “.com.br”, “.org.br”, “.net.br”, “.gov.br” e mais as páginas para os quais há redirecionamentos diretos, via servidor, a partir de um site “.br”.

O objetivo geral do projeto é criar e divulgar indicadores de todos os sites hospedados sob o domínio “.br”, considerando os requisitos definidos por um conselho consultivo representado por diversos segmentos, respeitando as boas práticas de privacidade e confidencialidade.

Entre os objetivos específicos, o estudo analisará o tamanho total da Web brasileira, incluindo o número de sites e páginas na Web, além do tamanho em Gigabytes. Ele focará também proporção de sites utilizando o padrão IPv6, distribuição do uso de idiomas, proporção de tipos de tecnologias usadas nos sites, idade das páginas, geolocalização dos servidores IP e sincronização de tempo dos servidores web.

Os resultados da primeira etapa do Censo na Web focarão a coleta e a análise dos dados da web brasileira governamental, ou seja, os sites sob o domínio “.gov.br”. As pesquisas com os demais domínios serão feitas gradualmente, com os resultados sendo entregues periodicamente. O CGI quer entregar o Censo completo de todos os domínios, no mais tardar, até o começo do próximo ano. No entanto, a entidade preferiu não estipular uma periodicidade para divulgação dos resultados presentes nos demais domínios.

Fonte: Por Rui Maciel, do IDG Now!

Transmissão será feita no modo digital, usará redes 3G e contará com a participação de Vivo, Claro, OI e TIM.


Celulares e smartphones poderão sintonizar canais de TV a cabo em outubro deste ano. Isso porque, a partir de data, Vivo, Claro, OI e TIM oferecerão planos de TV fechada para estes aparelhos. Os pacotes custarão pouco menos de R$ 30 e a transmissão da programação será feita pela rede de dados 3G das operadoras.

Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, será possível escolher a programação em uma lista de 30 canais, como Disney, Bloomberg, BBC News, Discovery, Cartoon Network, além de outros com conteúdo erótico. O uso será ilimitado a partir do pagamento da mensalidade e não dependerá de assinatura de pacote de dados. O usuário poderá ainda obter somente um determinado programa, no estilo pay-per-view, e também na modalidade vídeo sob demanda (VOD), cujo arquivo pode ser armazenado na memória do celular.

Para acessar os canais, o cliente precisará instalar um aplicativo no seu telefone, que será responsável por fazer a comunicação (automática) com o servidor da integradora – empresa que vende o acesso aos canais a seus clientes, no caso, as operadoras.

O pagamento deste conteúdo poderá ser feito na conta telefônica ou via cartão de crédito, sendo que o processo pode ser feito no próprio telefone.

Fonte: PCWorld

Equipamento tem 12 núcleos de processamento, até 32GB de memória e placa aceleradora ATI de 1GB ou 2GB; preço inicial é de quase R$ 17 000.


Quem ficou interessado no novo Mac Pro com 12 de núcleos, anunciado pela Apple no final de julho, pode preparar o bolso. O equipamento, que traz a promessa de desempenho até 50% superior ao seu antecessor, já está sendo oferecido no Brasil na loja online da Apple. Preço: a partir de 16.849 reais.

Isso mesmo. E se você colocar 32 GB de memória e monitor de 24 polegadas por exemplo, supera 32 mil reais, valor suficiente para comprar um bom carro zero quilômetro! Quer saber os valores nos Estados Unidos? A partir de 5 mil dólares, chegando a quase 10 mil dólares com 32 GB de memória e monitor.

O novo Mac Pro traz um par de processadores six-core Intel Xeon, com até 12 MB L3 cache e velocidades entre 2.66 GHz e 3,33 GHz. Ele também oferece o novo Turbo Boost, que permite que ele aumente dinamicamente as velocidades de CPU para até 3,6 GHz, enquanto o Hyper-Threading permite a criação de até 24 núcleos virtuais.

Fonte: Por Daniel dos Santos, Now! Digital

CGI.br criou para esse segmento o registro “.emp.br”, que será fornecido pelos provedores por 30 reais ao ano.

O Núcleo de Informação e Coordenação do “.br” (NIC.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), criou um Domínio de Primeiro Nível (DPN) voltado para pequenas empresas. É o “.emp.br” que será fornecido diretamente pelos provedores que operam a interface EPP (Extensible Provisioning Protocol) para gerenciar nomes de domínio ao custo de 30 reais por anos.

O NIC.br estabelecerá um memorando de entendimento com os provedores para que, no ato do registro de um domínio “.emp.br”, eles forneçam ao interessado uma página simples na Internet com identificação, localização e atividade exercida. A iniciativa pode montar um verdadeiro catálogo de produtos e serviços na internet brasielira.

O registro “emp.br” é um domínio genérico sob o “.br”, assim como o “com.br e o “net.br”. Portanto, como proteção aos atuais detentores de nomes de domínio, está previsto um período denominado sunrise, antes do início efetivo das operações do “emp.br”. Entre 16 de agosto e 30 de setembro, os titulares de domínios “.com.br” terão prioridade para registrar os mesmos nomes sob o “emp.br”, ao mesmo valor anual de 30 reais dos demais DPNs.

Apenas durante este período e somente para os titulares dos domínios “.com.br”, os cadastros do “.emp.br” serão realizados diretamente pelo registro.br.

Cadastramento
Os provedores EPP interessados em registrar domínios “.emp.br” devem se cadastrar no NIC.br até o final de setembro. O NIC.br prevê que em outubro, ao final do período de sunrise e do credenciamento dos provedores, os novos interessados possam registrar seu domínio e garantir, assim, a presença na rede.

No funcionamento definitivo e aberto do “emp.br”, o valor do registro dos domínios será reduzido para 15 reais e, seguindo o acordo de entendimentos, o provedor oferecerá a hospedagem da página da pequena e microempresa por, no máximo, outros 15 reais, somando 30 reais ao ano.

Fonte: IDG NOW!

Além do uso de handhelds por parte dos recenseadores, entidade permitirá que pesquisados realizem a entrevista via web.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) resolveu investir de forma efetiva no uso da tecnologia para realizar o Censo 2010. Nesta edição, além dos 220 mil PDAs que estarão nas mãos dos recenseadores, a Internet também vai marcar presença. Será o primeiro censo em que os entrevistados poderão responder o questionário via web.

O IDG Now! conversou com José Bevilaqua, diretor de Tecnologia do IBGE. Ele explicou como será a internet será usada no Censo 2010 e quais serão as regras:

IDG Now! – Como funcionará a escolha da pessoa que participará do censo online?

José Bevilaqua: Ao ser contatado pelo recenseador, o morador pode optar por responder ao questionário pela Internet. Neste caso, ele, primeiramente, deve informar seu telefone ao recenseador, que então dará um envelope lacrado com instruções para acessar o questionário online. Se faltar luz ou a conexão com a Internet cair durante a resposta, não há problema. As informações já enviadas estarão salvas. Basta, em momento posterior, informar novamente o código de acesso e seguir respondendo.

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Assim que estiverem prontos, os tablets (computadores estilo prancheta) da Microsoft começarão a ser vendidos, disse o presidente da gigante de softwares – que também dá seus tiros no campo dos gadgets – Steve Ballmer.

– É uma tarefa de prioridade um. Ninguém está dormindo no ponto – declarou Ballmer numa conversa com analistas financeiros.

Segundo o site Cnet, Ballmer declarou que a intenção não é apenas marcar presença no mercado com um novo produto, mas a ideia é oferecer um aparelho que as pessoas queiram comprar. Para o CEO da MS, o mercado de tablets é hoje similar ao de netbooks há uns dois a três anos: uma plataforma chegou com tudo, praticamente fechando o espaço.

Na aurora dos tablets, a plataforma seria o Linux e a solução da Microsoft foi enfiar o Windows XP nos netbooks com telas de sete a 10 polegadas.

Agora, a coisa muda de figura. A Apple é mais agressiva no mercado que qualquer distribuição Linux – na verdade, o Linux em netbooks foi estratégia, não diferencial (me desculpem os usuários de Linux por dizer isso, mas é verdade). No início, sem interfaces totalmente customizadas – o Xandros, do Asus Eee PC 701, por exemplo, só vinha com ícones grandes, nenhum outro recurso que facilitasse o uso – embarcar Linux era uma garantia de preço mais competitivo, ponto final.

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Novo sistema permite superar dificuldades em transmitir dados em alta velocidade dentro de um equipamento

A Intel (intel.com) anunciou no dia 27/07, uma nova tecnologia de transmissão ótica baseada em silício. Segundo a empresa, esta nova tecnologia é barata, pequena e consome pouca energia, podendo substituir os barramentos de cobre dentro dos computadores para transmissão de dados entre os diversos componentes.

De acordo com o comunicado, um dos objetivos da tecnologia é permitir uma comunicação mais rápida entre componentes do mesmo sistema. O processador poderia então, transmitir dados mais rapidamente para a memória RAM, a uma taxa de até 50Gbps no estado atual, podendo chegar a 400Gbps rapidamente.

Os barramentos atuais, feitos de cobre e colocados em uma placa de circuito impresso, tem grandes limitações conforme a velocidade da transmissão aumenta. Por causa disso, os componentes destes circuitos tem que ficar muito próximos, o que aumenta a complexidade do projeto, diminui a flexibilidade do produto e causa problemas de aquecimento.

Com a transmissão ótica, esses problemas seriam reduzidos, e equipamentos totalmente novos seriam possíveis. Por exemplo, periféricos como impressoras ou mesmo redes operariam em velocidade semelhante às possíveis dentro do próprio computador, e dispositivos grandes poderiam receber grandes quantidades de dados, como uma parede de altíssima resolução.

A tecnologia ainda está em fase experimental e, segundo Justin Rattnerm, diretor de tecnologia da empresa, deve demorar de 2 a 3 anos para atingir a maturidade. Os primeiros dispositivos dotados com esse recurso devem estar disponíveis a partir de 2015.

Fonte: Geek.com.br

A unidade do Japão no Yahoo! vai substituir sua tecnologia de busca pela do Google, mesmo tendo firmado um acordo com a Microsoft no setor.

A parceria com a Microsoft foi firmada em julho de 2009, na qual ficou estabelecido que o Yahoo! adotaria o mecanismo de busca do Bing em seus sites. Entretanto, no Japão, a empresa é acionista minoritária de suas operações, e detém 35% das ações. O Softbank é quem controla o Yahoo! no país, pois possui 40% das ações.

Sobre a situação, o Yahoo! afirmou, em comunicado, que sua unidade japonesa tomou essa decisão como uma empresa separada e independente, e isso não terá impacto na implementação global da aliança entre a companhia e a Microsoft, exceto no mercado japonês.

Agora, o Yahoo! Japão e o Google irão acirrar a concorrência no setor de buscas com a aliança Yahoo!/Microsoft no mercado japonês, no qual a participação do Bing é muito pequena.

Fonte: iMasters

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